sábado, 28 de setembro de 2013

A DEFINIÇÃO DE BIODIVERSIDADE

       Biodiversidade é a variedade de formas de vida no planeta, compreendendo os ecossistemas terrestres, marinhos, e os complexos ecológicos do qual fazem parte, além da diversidade dentro das espécies, entre espécies e ecossistemas. A biodiversidade várias conforme as diferentes regiões ecológicas, e é bem maior nas regiões tropicais do que nos climas temperados.
A biodiversidade é responsável por garantir o equilíbrio dos ecossistemas no mundo todo, já que a espécie humana depende da biodiversidade para sobreviver.
Ironicamente a única ameaça à biodiversidade é a ação humana, através dos desmatamentos, das queimadas e das alterações do clima e no ecossistema. O dano causado à biodiversidade prejudica não somente as espécies que habitam naquele local, mas prejudica muito a rede de relações entre as espécies e o meio onde vivem. Por causa dos desmatamentos e das queimadas, muitas espécies são extintas, antes que possam ser estudadas ou que alguma ação seja tomada para tentar preservação da espécie.
Os principais refúgios da biodiversidade do Brasil são a floresta Amazônica e a mata Atlântica.

Fonte:  http://www.significados.com.br/biodiversidade/


A Classificação das Espécies

A classificação biológica é sistema que ordena os seres vivos e os distribui em grupos hierárquicos.
Esse método classificatório das espécies teve início em 1735, proposta pelo naturalista Carl Von Linnée (Systema Naturae), a partir de uma análise anatômica comparada (a morfologia), tendo em vista que essa época não existia qualquer forma lógica que propusesse critérios organizacionais para a coerente a grupamento dos organismos.
Contudo, o surgimento da sistemática modular, inquiriu e promoveu consideráveis alterações no sistema de ordenação de Linnée.
Fundamento na semelhança genética das espécies foram reestruturadas as bases taxonômicas, também denominadas de sistemática biológica, relacionando os seres vivos de acordo com o parentesco evolutivo ( classificação científica moderna), dispostas pelas seguintes categorias taxonômicas: Reino, Filo, Classe, Ordem Família,Gênero e Gênero e Espécie.
Dessa forma, associada ao sistema moderno de classificação, foi criada uma nomenclatura binomial com intuito de uniformizar e simplificar o estudo filogenético aplicável a todas as espécies: os vírus, as bactérias, os fungos, os protozoários, as algas, os animais e vegetais.


Referências: 21.10.2012
http://www.significados.com.br/biodiversidade/  e http://www.brasilescola.com/biologia/classificacao-biologica.htm.

Obs. Pesquisa realizada para a Disciplina Biodiversidade sob orientação da Professora: Tatiane Barbosa da Escola Graziela Reis de Souza.



segunda-feira, 7 de maio de 2012

COMO UTILIZAR OS RECURSOS NATURAIS


1-Introdução

Através desta pesquisa apresentaremos o tema como são utilizados os recursos naturais, dentro do contexto da gestão e administração das políticas públicas.

O futuro do Brasil e porque não dizer da humanidade está intimamente associado à obtenção da disponibilidade quantitativa e qualitativa de três vetores principais:
Energia;
Água e;
Meio Ambiente.
Nosso planeta é coberto por 75% de água, mas apenas 3% deste total são de água doce. Desta pequena parte, cerca da metade são encontradas nas superfícies em rios, lagos, represas e geleiras. Infelizmente, a ação do homem vem degradando os recursos hídricos, como é o caso dos rios pode tornar a água, que é vital para nossa sobrevivência, imprópria para o consumo. Além disso, o custo econômico para captação, transporte, tratamento e distribuição é alto e os impactos ambientais são elevados, pois diminuem a disponibilidade da água nos ecossistemas naturais. Toda geração de energia agride o meio ambiente. É dever do poder público e da coletividade participar de ações que aumentem a qualidade de vida da população e que proporcionem o desenvolvimento sustentável para o Estado e conseqüentemente para a Nação.

 2- Desenvolvimento

O Estado do Amapá implantou um modelo de desenvolvimento nas últimas décadas confiante com o aproveitamento dos recursos potenciais e naturais, ou seja, com o máximo de positividade para a economia regional com o mínimo de desgaste no aporte dos estoques naturais. É notório que é uma das áreas amazônicas com maior diversidade em ambientes naturais, encontra-se aqui em nosso Estado e vem constituindo um modelo de “Desenvolvimento Sustentável” na região Norte do Brasil. Uma prioridade para a conservação da Biodiversidade, incluindo-se aqueles autóctones e outros não. Porém, esse modelo de conservação está cada vez mais difícil de manter, pois a falta de sensibilização e conscientização da população é um agravante para que haja a mitigação desses casos. Pois é necessário que haja técnicos, profissionais habilitados e capacitados para a Gestão e Administração de Políticas Públicas para melhor conduzir ações que beneficie a população como um todo.
O propósito da pesquisa está no âmbito de detectar, localizar, perceber e analisar os atenuantes que levam através do mau comportamento do homem, a exacerbada má aplicação e uso dos recursos naturais, ou seja, como são utilizados os recursos naturais em residências, escolas órgãos públicos e privados, na comunidade, enfim nos mais variáveis logradouros (igrejas, faculdades, serrarias, etc.).
Não muito diferente dos outros locais e cidades no Brasil, os responsáveis pela administração pública no Estado, precisam melhorar a Gestão no âmbito das políticas públicas que são voltados para as ações de sensibilização e conscientização da população, principalmente no que se refere a melhor utilização dos recursos naturais, propondo como objetivo minimizar a degradação e extinção dos recursos ainda existentes, tendo como propósito obter a maximização nos resultados.

Segundo, YABLOKOV, Alexey “Os problemas ecológicos não têm limites. Apesar das diferenças ideológicas e espirituais, somos todos cidadãos dos Estados Poluídos do Mundo. A ignorância não pode servir de desculpa. A ameaça ambiental à sobrevivência do homem deve tornar-se um dos fundamentos do novo pensamento político... O mundo não tem recursos nem espaços para os dejetos dessa “civilização”.
(...)
Se tivermos a vontade, os recursos poderão ser encontrados. Podemos começar reduzindo nossos enormes gastos militares e restringindo o desenvolvimento da economia de consumo. “Vamos despertar antes que seja tarde demais.”

 Alguns problemas característicos e específicos e são comuns em qualquer lugar no mundo trazendo conseqüências graves ao meio ambiente tais como:

O uso inadequado da água;
A falta de informação e orientação;
O consumo excedente da energia elétrica;
O mau acondicionamento do lixo doméstico e industrial;
Os excessos de lixo jogados em áreas de ressacas;
A exploração de madeira (florestas) em matas de várzea e de terra firme;
O contínuo desenvolvimento e a pressão antrópica nas Áreas de Proteção Ambiental (APAs), na Capital e no Estado;
As queimadas;
O desmatamento;
O uso indevido de insumos químicos agro-tóxicos;
A intensidade na atividade garimpeira e mineradora e incipiente pecuária em terra firme. 
As imigrações inter-regionais também contribuem para aceleração desse processo, etc.
Entre inúmeros temas acima citados e analisados em sala de aula junto a outros grupos, decidimos optar por temas que tivessem relação ao espaço interno do Centro de Educação Profissional Graziela Reis de Souza, até mesmo por que estaremos diariamente convivendo nesse recinto até a duração de nosso curso.

Escolhemos observar, analisar, duas situações que se destacam no Centro de Educação Profissional Graziela Reis de Souza, no qual foi observada a questão do consumo exagerado de energia elétrica em horários sem atividades e também o excedente desperdício na utilização da água. Vale ressaltar, que são dois elementos fundamentais para a sobrevivência do homem, no que tange a segurança, conforto, bem-estar da comunidade e usuários da Escola.
Percebe-se que o uso indevido de tais recursos irá com o tempo comprometer a qualidade de serviços que estão disponibilizados para a população. Portanto, citaremos algumas sugestões para ser analisada pelo Gestor da Escola Graziela, o qual irá ser comunicado e tomará ciência, podendo ou não concordar e tomar a provável aplicabilidade.

Sugestões:
Estabelecer políticas e estratégias públicas e privadas para melhor preservar o nosso meio ambiente, o que significa:
Assegurar a manutenção das condições dos equipamentos na distribuição da água (torneiras, chuveiros, pias, caixas - de - descargas nos banheiros, calhas, etc.) e do ambiente escolar;
Assegurar a boa condição e segurança do ar no ambiente interno das salas e departamentos na Escola;
Assegurar a boa condição dos equipamentos e acessórios de distribuição da energia elétrica;
Adoção de novas tecnologias que não degradam a natureza;
Ø Organizar atividades de Educação Ambiental envolvendo o corpo Técnico Pedagógico, Professores, Comunidade estudantil, Pais e a Sociedade junto com o Gestor do Centro de Educação Profissional Graziela Reis de Souza;
Ø Contratar um profissional competente semestralmente para verificar os equipamentos do setor da energia elétrica para realizar manutenção na fiação elétrica da Escola e um profissional para fazer manutenção e reparos nas tubulações e bombas d’água no reservatório de distribuição de água.
Organizar Palestras com Técnicos das Secretarias dos Órgãos da CAESA e CEA, com a apresentação de temas específicos, tendo como meta a sensibilização e conscientização de todos, no que envolve os métodos de consumo e utilização de água e energia.

Conclusão
Portanto, acreditamos se faz necessário que haja ações em políticas públicas voltadas para sensibilização e conscientização da sociedade escolar e administrativa como um todo, para minimizar os desperdícios tanto para o consumo de água, quanto o de energia elétrica. Que são fatores primordiais para a segurança, conforto e bem-estar dos usuários e indispensáveis para a manutenção do meio ambiente e manutenção da vida. Contudo, é importante frisar que resulta imprescindível estabelecer políticas e estratégias para melhor preservar o nosso meio ambiente, o que significa em última instância a responsabilização dos envolvidos, visando com isso, à mudança de comportamento, possibilitando que seja através de métodos e ações de educação ambiental, visando contribuir para a permanência e preservação dos ecossistemas que beneficiam a qualidade de vida de várias espécies da biodiversidade.
Primando, contudo, que presentes e futuras gerações tenham acesso á uma melhor qualidade de vida.
Por isso, será importantíssimo que os gestores nos órgãos da administração pública que detém o controle, orientação da segmentação ambiental, juntos à comunidade e apoio do setor privado estejam organizados para promover mudanças de hábitos, tendo em vista a inserção de critérios ambientais na gestão, visando minimizar ou eliminar os impactos ao meio ambiente, provocados por atividades administrativas ou operacionais não planejadas. Possibilitando, contudo, que haja melhor utilização dos recursos naturais colocados à nossa disposição, além de ajudar na preservação ambiental, você estará contribuindo para economia e o consumo doméstico, escolar, público e privado, gastando menos água, energia elétrica, sem perder o conforto, a segurança e o bem-estar de todos.


Fonte: celiafavacho@hotmail.com (trabalho de pesquisa da Disciplina Gestão Pública e Privada ministrada pela Profª Belmira Souza, no Curso de ´Técnico em Meio Ambiente da Escola Profissionalizante Graziela em Macapá-Ap).
Obs. Com a colaboração dos Colegas: Adonias Ferreira, Miriam Carvalho, Raimundo Ferreira, Paulo Rodrigues e Orlandino Silva.

Referências
YABLOKOV, Alexey (Vice-presidente do Comitê de Ecologia Do Soviete Supremo da ex-URSS), citado em PORRIT, Jonathon, Salve a Terra, pg.194.



sábado, 18 de fevereiro de 2012

CUTIAS E SEUS ENCANTOS

O município de Cutias foi criado pela Lei n° 0006 de 1° de maio de 1992 e possui os distritos de Gurupora e Livramento. Possui um farto manancial fluvial. É banhado ao norte pelo rio Araguari, ao sul pelos rios Gurijuba e Pacuí e pelos afluentes da margem esquerda: a leste pelo furo do Araguari e Igarapé Novo.
No período chuvoso, mais concentrado de janeiro a julho, surgem os campos naturais submersos, que se transformam em lagos trafegáveis por embarcações de pequeno porte. Cutias é um dos maiores exportadores de pirarucu.
O município ainda é rico em argila usado pela construção civil. Possui ainda usina de industrialização de leite e derivados de propriedade do governo, sob administração da prefeitura.
Cutias vem ganhando força no cenário nacional com o chamado surfe na pororoca, fenômeno ligado ao encontro da água doce com a do oceano Atlântico que no caso de Cutias acontece com o rio Araguari, o rio encantado da música do cantor Osmar Júnior. O rio realmente tem seus encantos, é o rio mais importante totalmente do Amapá, além de abrigar a cachoeira de Paredão, é o possuidor de imensas belezas naturais. A pororoca provoca ondas que atravessam vários metros mantendo o surfista por muito tempo na onda e isso causa grande adrenalina para quem pratica o esporte. Este ano, o surfista renomado Las que faz parte do livro dos recordes com o maior tempo numa onda, no Araguari, não conseguiu quebrar recorde mais trouxe mais notoriedade para a região que tem um grande fenômeno e que é cada vez mais conhecido pelo mundo.
Características do Município:
Área: 2.127 km².
População: 3.882 hab. (IBGE/2004)
Densidade Demográfica: 1.54 hab/km²
Distância da Capital: 235 km
Limites Municipais: Macapá, Tartarugalzinho, Amapá  e Ferreira Gomes.
Bairros: Centro e Beira-Rio
Comunidades: Livramento do Pacuí, São Sebastião, Bom Destino, Gurupora, São Raimundo, Sagrado Coração de Maria, Alta Floresta, Pracuúba, Crê em Deus, alegria, São Paulo, Bom Amigo, Deus por Nós, Nova Esperança e Ilha Jacitara
Economia: Milho, mandioca, além de bubalina.
Meio de Transporte: Rodoviário e fluvial.
Limites: Pracuúba, Amapá, Macapá e Ferreira Gomes
Clima: Tropical úmido.
Atração turística: Sítios e a Pororoca.

Fonte: celiafavacho@hotmail.com
Obs. Pesquisa realizada em livro: Geografia do Amapá (Prof°. Marco Antonio/2007).

AFUÁ, UM LINDO MUNICÍPIO DO PARÁ

O Município de Afuá, situado na extremidade norte ocidental da Ilha de Marajó, teve início por volta de 1845, quando Micaela Arcanja Ferreira ali estabeleceu-se, ocupando uma posse de terras, a que denominou Santo Antônio.
Por ser a localidade apropriada para um porto e ponto de paragem de trânsito do estuário amazônico, em 1869, já existia ao redor do sítio, um núcleo populacional formado de diversas barracas.
Em 1870, Micaela doou terras para a formação da capela, que vai do igarapé divisa no Rio Marajó, desce pelo Rio Afuá, até o Igarapé Jaranduba, no Rio Cajuúna. Com essa iniciativa, Mariano Cândido de Almeida, juntamente com outros moradores locais iniciou a construção da Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Afuá, concluindo-a em 1871.
Em virtude da facilidade de aquisição de lotes de terras, o povoado então formado logo se desenvolveu e se elevou à freguesia, em 1874, a qual foi extinta por duas vezes, até que em 1889, readquiriu sua condição.
Com a república, em 1890, Afuá obteve categoria de vila e município, cuja instalação ocorreu no mesmo ano. Os habitantes do município recebem o nome de “Afuaenses”.
Distrito criado com a denominação de Afuá, pela lei provincial nº 811, de 14/04/1874, subordinado ao município de Chaves.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Afuá, por decreto estadual nº 170, 02/08/1890, desmembrado de Chaves. Sede na antiga vila de Afuá. Constituído do distrito Sede. Instalado em 20/08/1890.
Elevado à categoria de cidade, pela lei estadual nº 403, de 02/05/1896. Pela lei municipal 21, de 05/09/1898, são criados os distritos de Charapucu, Cajari, Cajuúna, Jurupari, Santa Luzia e Trovão e anexado ao município de Afuá.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 6 distritos: Afuá, Charapucu, Cajari, Cajuúna, Jurupari, Santa Luzia e Trovão.
Nos quadros de apuração do recenseamento de 19-IX-1920, o município é constituído do distrito sede, sendo que os distritos passaram a pertencer ao distrito sede de Afuá com zona administrativa.
Pelo decreto estadual nº 6, de 04-11-1930, o adquiriu o território do extinto município de Anajás.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de dois distritos: Afuá e Anajás.
A lei estadual nº 8, de 31-10-1935, menciona todos os nomes dos municípios do Pará, figurando entre eles o município de Afuá.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de sete distritos: Afuá, Anajás Cajuúna, Corredor, Furo do Breu, Santa Julia e Trovão.
Pelo decreto lei estadual nº 3131, de 31/10/1938, desmembra do município de Afuá o distrito de Anajás e as zonas administrativas de Furo do Breu e Trovão. Para formar novamente o município de Anajás.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído do distrito sede. Composto de Afuá, Cajuúna, Corredor e Santa Julia.
Pela lei estadual nº 158, de 31-XII-1948, é criado o distrito de Vila Baturité ex-povoado e anexado ao município de Afuá.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de dois distritos: Afuá e Vila Baturité.
Pela lei estadual nº 1127, de 11/03/1955, extinguiu o distrito de Vila Baturité, sendo seu território anexado ao distrito sede do município de Afuá.
Pelo Acórdão do Superior Tribunal Federal, de 04/10-/955, o distrito de Vila Baturité teve sua extinção anulada.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de dois distritos: Afuá e Vila Baturité. Pela lei estadual nº 2460, de 29/12/1961, o distrito de Vila Baturité é extinto, sendo seu território anexado ao município de Afuá.
Em divisão territorial datada de 1/01/1979, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. Não percam a oportunidade de fazer uma visita à este município que representa a beleza marajoara no Estado do Pará.


Fonte: celiafavacho@hotmail.com
Obs. Pesquisado no site do município de Afuá (PA).

Município de Pedra Branca do Amapari


O Município de Pedra Branca do Amapari foi criado pela Lei n° 008 em 01 de maio de 1992.
O começo da cidade está ligado a exploração do ouro pelos Samaracás – tribo  negra da Guiana Francesa, que batizaram a cidade, escrevendo nas pedras brancas dos rios. Acredita-se que essa era uma forma de identificar o caminho a outros parentes, que vinham ajudá-los na garimpagem. Há uma versão que diz que na época da exploração de manganês, avistou-se uma bela pedra branca no rio Amapari que era usada como marco para a chegada a Serra do Navio. Com o tempo, a região de Pedra Branca ganhou um povoado e anexou ao nome Amapari em homenagem ao rio do mesmo nome.
O município possui um relevo montanhoso, com florestas densas, algumas áreas com imensas capoeiras, resultado de uma intensa exploração de variadas espécies de madeiras nobres e de altíssima cotação no mercado global como: acapu, maçaranduba, Angelim, andiroba.
Uma particularidade dos municípios Pedra Branca e serra do Navio, as manhãs quase sempre é com neblinas, especialmente no inverno. No inverno, a temperatura chega a 15° C.
Essa região deveria melhor ser assistida com investimento para hotéis. O turista que gosta de ver uma paisagem rica e ao mesmo tempo ficar no conforto de um clima temperado ou quase tem que procurar a região serrana do Amapá que muito lembra na característica climática a região serrana do Rio de Janeiro, como por exemplo, Petrópolis, mas comparação pára por ai, porque a falta de infraestrutura é de dar medo. Se não houver investimentos a Cidade vai ficar sempre conhecida como a última parada antes de Serra do Navio: e o local possui grande potencial para visitação e o clima para um bom descanso, boas férias. Água Fria fica bem próxima, é um espetáculo.
O curioso é que a região possui vários rios como o Amapari que tem a característica próxima dos rios de águas negras é menos piscosos, mas maravilhoso para quem deseja tomar um banho, curtir como balneário.
População: 5.452 hab (estimativa de 2005).
Área: 9.537,90 km².
Densidade Demográfica Estado: 3.33 hab./km².
Crescimento Anual: 7,25%.
Distância da Capital: 180 km p/ via rodoviária e ferroviária.
Economia: agricultura e mineração.
Meio de transporte: aéreo, ferroviário e rodoviário.
Clima: Quente e úmido.
Grupos Indígenas: Waiãpi
Atração Turística: Cachoeiras, lagos, igarapés, onde se pesca o trairão, curupé e pacu em pesca esportiva e Festival de Banana.

Fonte: celiafavacho@hotmail.com
Obs. pesquisa realizada no livro: Geografia do Amapá (Prof° Marco Antonio/2007.)